Antes de procurarmos as respostas, vamos fazer uma classificação das empresas em dois tipos:
1. As que conseguem dedicar a maior parte do tempo dos seus gestores nas melhorias e no crescimento - dirigindo olhando para frente.
2. As que colocam todo seu corpo de gestores resolvendo problemas ocorridos - dirigindo olhando pelo retrovisor.
Talvez a melhor forma de obtermos as respostas seja através de exemplos práticos:
1. Aumentar as vendas em 25% - Perigo: vendas pelo menor preço diminuindo a margem líquida e provavelmente aumentando os custos de logística.
2. Aumentar as vendas em 25% e a margem líquida em 20% - Agora estamos falando em melhorar a qualidade das vendas também, exigindo ações eficazes sobre a equipe de vendas (desdobramento de meta);
3. Mas o responsável por vendas poderá argumentar que a produção não dará conta, pois atualmente já está entregando tudo com atraso. Questionado, responsável pela produção afirma que é impossível produzir com tantas quebras do maquinário. Ele afirma que a disponibilidade atual é de 68% e que deveria ser de 95%. Dessa forma, acabamos de conhecer a meta para a área de manutenção. Temos aí mais um desdobramento da grande meta.
4. Mas a manutenção reclama de que os tempos praticados pela área de compras são incompatíveis com as necessidades para a realização de um consistente plano de manutenções preventivas. O tempo médio praticado atualmente para um processo de compra que é de 90 dias tem que cair para 35 dias. Temos aí a meta estabelecida para a área de compras, que é mais um desdobramento de metas.
Analisando o contexto colocado até aqui, deparamo-nos com vários desdobramentos da grande meta. Se qualquer um deles não for cumprido, a grande meta não será conquistada. Daí a importância de um excelente diligenciamento das metas. Existem ferramentas extremamente simples, porém muito poderosas para o diligenciamento das metas.
Faz parte do nosso trabalho de consultoria implantar e ensinar a equipe a utilizar essas ferramentas.